quarta-feira, 19 de outubro de 2016

CINCO DICAS PARA AJUDAR A ESTIMULAR A LINGUAGEM DO SEU FILHO


A linguagem é um dos aspectos mais importantes do desenvolvimento infantil. Por esse motivo, é fundamental que os pais saibam como estimulá-la, para ajudar as crianças a atingir todo o seu potencial. Aqui ficam algumas dicas de como o pode fazer.

1. CONVERSE COM O SEU FILHO

2. EVITE ECRÃS

3. EVITE FALAR “À BEBÉ”

4. CONTE HISTÓRIAS AO SEU FILHO

5. CONVERSEM À MESA


Veja AQUI o artigo na íntegra
In VISÃO

EU GOSTARIA QUE A MINHA PROFESSORA SOUBESSE… ELA SOUBE, E CHOROU

Uma professora de Denver, no Colorado, deu aos seus alunos como trabalho de casa uma tarefa muito simples. Eles fizeram-na, e partiram-lhe o coração.

Kyle Schwartz, professora do 3º ano na Doull Elementary School em Denver, no Colorado, pediu aos seus alunos que completassem a frase “Eu gostaria que a minha professora soubesse…”

Os seus pequenos pupilos responderam ao desafio, e as respostas que lhe trouxeram foram surpreendentes – deixando o coração da professora em pedaços.

Schwartz partilhou as respostas dos seus alunos na Internet com a hashtag #iwishmyteacherknew, e o assunto tornou-se viral.

“Eu gostaria que a minha professora soubesse as saudades que tenho do meu pai porque ele foi deportado para o México quando eu tinha três anos e há seis anos que não o vejo”, escreveu uma das crianças.

Outro pupilo, confessou à professora estar preocupado com a saúde da mãe.

“Gostaria que a minha professora soubesse que estou preocupado porque a minha mãe está muito doente e esteve no hospital na noite passada“, escreveu o pequeno.

Um aluno, que pareceu estar numa situação de pobreza, afirmou não ter nenhum lápis para fazer os trabalhos de casa e outra criança disse não ter amigos para brincar.

Entre os vários textos divulgadas por Schwartz, observa-se também uma resposta numa folha azul turquesa, escrita por uma criança que sente ter uma mãe ausente.

“Eu gostaria que a minha professora soubesse que, às vezes, o meu caderno de leitura não está assinado porque a minha mãe não passa muito tempo em casa“, expressou o aluno.

As admiráveis respostas deram origem a um livro, “I Wish My Teacher Knew: How One Question Can Change Everything For Our Kids”, no qual é detalhada a importância de um apoio escolar e familiar.

“Eu quero que as famílias saibam como criar relacionamentos com as crianças”, disse Schwartz, sublinhando que os alunos “não aprendem quando não se sentem seguros ou valorizados.”

Às vezes, as mais simples tarefas podem ensinar lições valiosas.
14/10/2016 Fonte: ZAP, por INCLUSO

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Encantador! Ideias e sugestões para o Outono...





      
In Okulöncesi Etkinlik Örnekleri 

Como ensinar matemática usando Leg


Os bloquinhos da Lego são um fenômeno. Tanto os pequenos como os adultos passam seu tempo livre construindo objetos diferentes com muito entusiasmo. As pecinhas desenvolvem a imaginação, a criatividade e o pensamento lógico, e podem, inclusive, ser utilizados como um manual de aprendizado.
A professora Alycia Zimmerman, por exemplo, os emprega para ensinar às crianças as bases da matemática. Com a ajuda do Lego, podem ser ensinadas operações simples e noções básicas.
Se você ficou interessado, o Incrível.club divide com você algumas ilustrações.



É errado utilizar a palavra "invisual"?

Mas afinal é errado utilizar a palavra "invisual"? 

Manuel Monteiro, autor do "Dicionário de erros frequentes da Língua", explica:



Por Blog "Olhares"

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Cinema Cego | Blind Cinema


O público está vendado no escuro de uma sala de cinema. Atrás de cada fila de espectadores está uma fila de crianças que, em voz baixa, descrevem um filme que só elas conseguem ver. Acompanhadas pela banda-sonora (que não tem diálogo), as descrições sussurradas são uma tentativa frágil, fragmentária e por vezes esforçada mas corajosa por parte das crianças de atribuir sentido ao que veem no ecrã.
Baseado no método de audiodescrição, 'Blind Cinema' é, enquanto acontecimento ao vivo, uma experiência em que o ato de ver um filme se torna um investimento partilhado: um ato colaborativo da imaginação entre crianças que veem e adultos vendados. É bem-vinda a noção de que tentar encontrar as palavras certas para descrever e tentar fixar as imagens criadas na mente será sempre uma aproximação. Dizer por palavras de modo a partilhar experiências implica uma luta, que parece estar mais próxima das crianças que estão em plena descoberta dos limites e potencialidades da linguagem.
Cada grupo de crianças verá o filme pela primeira vez. Assim, cada apresentação envolve um novo grupo de crianças de Lisboa com idades entre os 9 e os 11 anos.

Britt Hatzius trabalha com fotografia, vídeo, cinema e performance, explorando ideias em volta da linguagem, interpretação e o potencial para discrepâncias, ruturas, desvios e (in)comunicação.


Culturgest
Pequeno Auditório (lotação reduzida)
7, 8 e 9 Novembro, 2016 - às 19h | Duração: 40 min.
Informações e reservas: Bilheteira Culturgest
tel. 21 790 51 55 | culturgest.bilheteira@cgd.pt

Através de Blog Olhares

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Princesas!


Alunos sobremedicados: “Não podemos ficar de braços cruzados”

O bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Telmo Mourinho Baptista, defende que, face aos níveis de prescrição alarmantes de medicamentos para fazer face à hiperactividade e défice de atenção, que no fundamental são anfetaminas, é necessário que sejam dadas respostas a várias questões.


Telmo Mourinho Baptista considera que compete à autoridade de saúde pôr cobro à teia de pressões, envolvendo professores, pais e médicos, que funciona como pano de fundo da prescrição de medicamentos a crianças e jovens. "Toda gente quer pacificar os jovens todos", comenta.

O Conselho Nacional de Educação alertou recentemente para os riscos de se estar a sobremedicar crianças e jovens, com medicamentos dos quais se desconhecem os efeitos a longo prazo, remetendo para o relatório da Direção-Geral da Saúde onde se dá conta que, em 2014, as crianças portuguesas até aos 14 anos estavam a consumir mais de cinco milhões de doses de metilfenidato (ritalina e concerta) para combater situações de hiperatividade e défice de atenção. O que é que um número como este nos diz?

Temos de nos perguntar se essa é a primeira intervenção que se deve ter. Há recomendações internacionais, inclusive do Colégio Americano de Pediatria, apontando que a intervenção por excelência no primeiro momento deve ser psicológica. A recomendação existe, o problema é que não estamos sequer a dar ouvidos ao que se preconiza porque provavelmente torna-se mais fácil prescrever um comprimido, embora não se saiba exatamente quais são as consequências de longo prazo. E, nesse sentido, o alerta do Conselho Nacional de Educação faz todo o sentido. São números impressionantes e face a eles não podemos ficar de braços cruzados.

Fonte: Público, 06/10/2016
Para ler a entrevista na íntegra AQUI

Fenprof diz que está ameaçado "princípio da escola inclusiva"



Articulação com o ensino secundário é “um problema”

Quando um estudante com deficiência chega ao ensino superior, a instituição que o recebe tem pouca ou nenhuma informação sobre o seu passado. Os apoios que recebia ou o tipo de trabalho a que estava habituado são desconhecidos dos novos professores. A dificuldade de articulação entre as universidades ou politécnicos e as escolas secundárias é “um problema”, considera o coordenador-técnico do Gabinete para a Inclusão da Universidade do Minho, Carlos Barbosa, dificultando a integração destes alunos.

“Nenhuma instituição sabe que estudantes com necessidades especiais vai receber em cada ano”, constata a coordenadora do Centro de Recursos para a Inclusão Digital do Instituto Politécnico de Leiria, Célia Sousa. Apesar de os alunos que entram através do contingente especial para estudantes com deficiência estarem identificados, há muitos outros que necessitam de apoio e entram pelo contingente geral. Esses são um grupo indiferenciado, que as instituições não têm como conhecer, a não ser que eles acabem por procurar a ajuda dos gabinetes de apoio.

Mesmo para trabalhar com os estudantes com deficiência que entram pelo contingente especial, os serviços especializados encontram dificuldades. A inexistência de mecanismos de comunicação impede a informação de chegar às universidades e politécnicos. Quando os alunos aparecem com os seus problemas específicos, “é preciso montar soluções no momento, quando podíamos estar a antecipar as coisas, se esta articulação existisse”, diz Célia Sousa.

“Não era difícil prever quais são os alunos do secundário que vão acabar por prosseguir estudos”, afirma a vice-reitora da Universidade dos Açores, Ana Teresa Alves. Defende que é necessário criar legislação específica para os apoios aos estudantes com deficiência no ensino superior.

O Decreto-Lei n.º 3/2008 define os apoios aos estudantes com necessidades educativas especiais na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. No entanto, o diploma legal não se estende ao superior, que não tem um quadro formal de enquadramento dos apoios aos estudantes com deficiência.

Esta dificuldade é também detetada no diagnóstico sobre as pessoas com deficiência visual e auditiva publicado este ano por um grupo de investigadores da Universidade Aberta e da Fundação Calouste Gulbenkian. A falta de um normativo aplicável em específico ao ensino superior, diz o relatório, cria “na prática um certo 'vazio legal'” neste setor, o que leva universidades e politécnicos “a adotar iniciativas avulsas, não concertadas entre si”.

Salas de aula não estão preparadas

Os gabinetes de apoios aos estudantes com deficiências têm-se generalizado no ensino superior público, mas persistem dificuldades nas respostas das instituições. O inquérito sobre os apoios concedidos aos estudantes com necessidades educativas especiais do ensino superior feito, há três anos, por Lília Aguardenteiro Pires, Ana Almeida Pinheiro e Valentina Oliveira, investigadoras da Universidade de Lisboa, revelou que metade das instituições de ensino superior não possuem um regulamento especial. Além disso, em 9% das universidade e politécnicos não é possível a realização de provas adaptadas nem são conferidas condições especiais para a realização de trabalhos ou provas de avaliação a estudantes com deficiência.

Ao nível das infraestruturas o cenário encontrado é ainda pior do que ao nível dos apoios à aprendizagem, com cerca de metade das salas de aula, salas de estudo e laboratórios e não estarem preparados na totalidade para receberem estudantes com deficiência.

“Fazemos o melhor possível dentro das condições que temos”, diz Ana Teresa Alves. E lembra os cortes no financiamento público que as instituições sofreram nos últimos anos, que causaram problemas à sua gestão — a universidade que dirige está mesmo sob plano de recuperação financeira.
Através de INCLUSO Fonte: Público

sábado, 1 de outubro de 2016

Sextorsion: GNR lança campanha sobre extorsão sexual na internet


GNR lança campanha sobre extorsão sexual na internet | O vídeo divulgado esta semana na página de Facebook da Guarda Nacional Republicana alerta para um fenómeno que está a preocupar as autoridades.