sexta-feira, 21 de outubro de 2016
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
CINCO DICAS PARA AJUDAR A ESTIMULAR A LINGUAGEM DO SEU FILHO
A linguagem é um dos aspectos mais importantes do desenvolvimento infantil. Por esse motivo, é fundamental que os pais saibam como estimulá-la, para ajudar as crianças a atingir todo o seu potencial. Aqui ficam algumas dicas de como o pode fazer.
1. CONVERSE COM O SEU FILHO
2. EVITE ECRÃS
3. EVITE FALAR “À BEBÉ”
4. CONTE HISTÓRIAS AO SEU FILHO
5. CONVERSEM À MESA
Veja AQUI o artigo na íntegra
In VISÃO
EU GOSTARIA QUE A MINHA PROFESSORA SOUBESSE… ELA SOUBE, E CHOROU
Uma professora de Denver, no Colorado, deu aos seus alunos como trabalho de casa uma tarefa muito simples. Eles fizeram-na, e partiram-lhe o coração.
Kyle Schwartz, professora do 3º ano na Doull Elementary School em Denver, no Colorado, pediu aos seus alunos que completassem a frase “Eu gostaria que a minha professora soubesse…”
Os seus pequenos pupilos responderam ao desafio, e as respostas que lhe trouxeram foram surpreendentes – deixando o coração da professora em pedaços.
Schwartz partilhou as respostas dos seus alunos na Internet com a hashtag #iwishmyteacherknew, e o assunto tornou-se viral.
“Eu gostaria que a minha professora soubesse as saudades que tenho do meu pai porque ele foi deportado para o México quando eu tinha três anos e há seis anos que não o vejo”, escreveu uma das crianças.
Outro pupilo, confessou à professora estar preocupado com a saúde da mãe.
“Gostaria que a minha professora soubesse que estou preocupado porque a minha mãe está muito doente e esteve no hospital na noite passada“, escreveu o pequeno.
Um aluno, que pareceu estar numa situação de pobreza, afirmou não ter nenhum lápis para fazer os trabalhos de casa e outra criança disse não ter amigos para brincar.
Entre os vários textos divulgadas por Schwartz, observa-se também uma resposta numa folha azul turquesa, escrita por uma criança que sente ter uma mãe ausente.
“Eu gostaria que a minha professora soubesse que, às vezes, o meu caderno de leitura não está assinado porque a minha mãe não passa muito tempo em casa“, expressou o aluno.
As admiráveis respostas deram origem a um livro, “I Wish My Teacher Knew: How One Question Can Change Everything For Our Kids”, no qual é detalhada a importância de um apoio escolar e familiar.
“Eu quero que as famílias saibam como criar relacionamentos com as crianças”, disse Schwartz, sublinhando que os alunos “não aprendem quando não se sentem seguros ou valorizados.”
Às vezes, as mais simples tarefas podem ensinar lições valiosas.
14/10/2016 Fonte: ZAP, por INCLUSO
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Como ensinar matemática usando Leg
Os bloquinhos da Lego são um fenômeno. Tanto os pequenos como os adultos passam seu tempo livre construindo objetos diferentes com muito entusiasmo. As pecinhas desenvolvem a imaginação, a criatividade e o pensamento lógico, e podem, inclusive, ser utilizados como um manual de aprendizado.
A professora Alycia Zimmerman, por exemplo, os emprega para ensinar às crianças as bases da matemática. Com a ajuda do Lego, podem ser ensinadas operações simples e noções básicas.
Se você ficou interessado, o Incrível.club divide com você algumas ilustrações.
É errado utilizar a palavra "invisual"?
Mas afinal é errado utilizar a palavra "invisual"?
Manuel Monteiro, autor do "Dicionário de erros frequentes da Língua", explica:
Manuel Monteiro, autor do "Dicionário de erros frequentes da Língua", explica:
Por Blog "Olhares"
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Cinema Cego | Blind Cinema
O público está vendado no escuro de uma sala de cinema. Atrás de cada fila
de espectadores está uma fila de crianças que, em voz baixa, descrevem um filme
que só elas conseguem ver. Acompanhadas pela banda-sonora (que não tem
diálogo), as descrições sussurradas são uma tentativa frágil, fragmentária e
por vezes esforçada mas corajosa por parte das crianças de atribuir sentido ao
que veem no ecrã.
Baseado no método de audiodescrição, 'Blind Cinema' é, enquanto
acontecimento ao vivo, uma experiência em que o ato de ver um filme se torna um
investimento partilhado: um ato colaborativo da imaginação entre crianças que
veem e adultos vendados. É bem-vinda a noção de que tentar encontrar as
palavras certas para descrever e tentar fixar as imagens criadas na mente será
sempre uma aproximação. Dizer por palavras de modo a partilhar experiências
implica uma luta, que parece estar mais próxima das crianças que estão em plena
descoberta dos limites e potencialidades da linguagem.
Cada grupo de crianças verá
o filme pela primeira vez. Assim, cada apresentação envolve um novo grupo de
crianças de Lisboa com idades entre os 9 e os 11 anos.Britt Hatzius trabalha com fotografia, vídeo, cinema e performance, explorando ideias em volta da linguagem, interpretação e o potencial para discrepâncias, ruturas, desvios e (in)comunicação.
Culturgest
Pequeno Auditório (lotação reduzida)
7, 8 e 9 Novembro, 2016 - às 19h | Duração: 40 min.
Informações e reservas: Bilheteira Culturgest
tel. 21 790 51 55 | culturgest.bilheteira@cgd.pt
Através de Blog Olhares
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Alunos sobremedicados: “Não podemos ficar de braços cruzados”
O bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Telmo Mourinho Baptista, defende que, face aos níveis de prescrição alarmantes de medicamentos para fazer face à hiperactividade e défice de atenção, que no fundamental são anfetaminas, é necessário que sejam dadas respostas a várias questões.
Telmo Mourinho Baptista considera que compete à autoridade de saúde pôr
cobro à teia de pressões, envolvendo professores, pais e médicos, que funciona
como pano de fundo da prescrição de medicamentos a crianças e jovens.
"Toda gente quer pacificar os jovens todos", comenta.
O Conselho Nacional de Educação alertou recentemente
para os riscos de se estar a sobremedicar crianças e jovens, com medicamentos
dos quais se desconhecem os efeitos a longo prazo, remetendo para o relatório
da Direção-Geral da Saúde onde se dá conta que, em 2014, as crianças
portuguesas até aos 14 anos estavam a consumir mais de cinco milhões de doses
de metilfenidato (ritalina e concerta) para combater situações de
hiperatividade e défice de atenção. O que é que um número como este nos diz?
Temos de nos perguntar se essa é a primeira
intervenção que se deve ter. Há recomendações internacionais, inclusive do
Colégio Americano de Pediatria, apontando que a intervenção por excelência no
primeiro momento deve ser psicológica. A recomendação existe, o problema é que
não estamos sequer a dar ouvidos ao que se preconiza porque provavelmente
torna-se mais fácil prescrever um comprimido, embora não se saiba exatamente
quais são as consequências de longo prazo. E, nesse sentido, o alerta do
Conselho Nacional de Educação faz todo o sentido. São números impressionantes e
face a eles não podemos ficar de braços cruzados.
Fonte: Público, 06/10/2016
Para ler a entrevista na íntegra AQUI
Fenprof diz que está ameaçado "princípio da escola inclusiva"
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A não redução do número de alunos nas turmas com alunos com necessidades educativas especiais voltou a ser denunciada pela Fenprof
A
Federação Nacional dos Professores (Fenprof) alertou nesta terça-feira para a
falta de professores qualificados e a sobrelotação de turmas na educação
especial, salientando que tais carências ameaçam o princípio da escola
inclusiva.
Segundo o
secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, as escolas da rede pública têm
metade dos professores de educação especial que seriam desejáveis - 5000 e não
10.000 - e apenas 21% das turmas com alunos com necessidades educativas
especiais (crianças ou jovens, por exemplo, portadores de deficiência) "é
que cumprem as normas" estabelecidas quanto à redução do número de alunos.
Recentemente, com base num inquérito aos diretores, a Fenprof avaliou em oito mil o
número de turmas que não cumprem aqueles requisitos.
Mário
Nogueira, que falava aos jornalistas, em Lisboa, após a reunião do Conselho
Nacional da Fenprof, apontou, além da sobrelotação de turmas e da "grande
falta de professores qualificados", a ausência de técnicos, terapeutas,
psicólogos e assistentes operacionais.
As
escolas, disse, estão "a desenrascar-se, a adaptar-se, a encontrar
respostas que não são as adequadas", uma situação que, a perpetuar-se,
assinalou, ameaça o "princípio da escola inclusiva".
O líder
da maior estrutura sindical de docentes precisou que, erradamente, os
professores de Língua Gestual continuam a ser considerados técnicos. Casos há,
acrescentou, em que professores de educação especial dão apoio a 30 a 40
alunos, e que esse apoio, segmentado, é apenas de meia hora por semana.
A Fenprof
voltou hoje a enumerar outros problemas nas escolas públicas: a falta de
pessoal não-docente (4000 a 5000 funcionários) e o excesso de alunos por turma
no 1.º ciclo de ensino.
Fonte Público,
04 de outubro 2016
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Articulação com o ensino secundário é “um problema”
Quando
um estudante com deficiência chega ao ensino superior, a instituição que o
recebe tem pouca ou nenhuma informação sobre o seu passado. Os apoios que
recebia ou o tipo de trabalho a que estava habituado são desconhecidos dos
novos professores. A dificuldade de articulação entre as universidades ou
politécnicos e as escolas secundárias é “um problema”, considera o
coordenador-técnico do Gabinete para a Inclusão da Universidade do Minho,
Carlos Barbosa, dificultando a integração destes alunos.
“Nenhuma
instituição sabe que estudantes com necessidades especiais vai receber em cada
ano”, constata a coordenadora do Centro de Recursos para a Inclusão Digital do
Instituto Politécnico de Leiria, Célia Sousa. Apesar de os alunos que entram
através do contingente especial para estudantes com deficiência estarem
identificados, há muitos outros que necessitam de apoio e entram pelo
contingente geral. Esses são um grupo indiferenciado, que as instituições não
têm como conhecer, a não ser que eles acabem por procurar a ajuda dos gabinetes
de apoio.
Mesmo
para trabalhar com os estudantes com deficiência que entram pelo contingente
especial, os serviços especializados encontram dificuldades. A inexistência de
mecanismos de comunicação impede a informação de chegar às universidades e
politécnicos. Quando os alunos aparecem com os seus problemas específicos, “é
preciso montar soluções no momento, quando podíamos estar a antecipar as
coisas, se esta articulação existisse”, diz Célia Sousa.
“Não era
difícil prever quais são os alunos do secundário que vão acabar por prosseguir
estudos”, afirma a vice-reitora da Universidade dos Açores, Ana Teresa Alves.
Defende que é necessário criar legislação específica para os apoios aos
estudantes com deficiência no ensino superior.
O
Decreto-Lei n.º 3/2008 define os apoios aos estudantes com necessidades
educativas especiais na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário.
No entanto, o diploma legal não se estende ao superior, que não tem um quadro
formal de enquadramento dos apoios aos estudantes com deficiência.
Esta
dificuldade é também detetada no diagnóstico sobre as pessoas com deficiência
visual e auditiva publicado este ano por um grupo de investigadores da
Universidade Aberta e da Fundação Calouste Gulbenkian. A falta de um normativo
aplicável em específico ao ensino superior, diz o relatório, cria “na prática
um certo 'vazio legal'” neste setor, o que leva universidades e politécnicos “a
adotar iniciativas avulsas, não concertadas entre si”.
Salas de aula
não estão preparadas
Os
gabinetes de apoios aos estudantes com deficiências têm-se generalizado no
ensino superior público, mas persistem dificuldades nas respostas das
instituições. O inquérito sobre os apoios concedidos aos estudantes com
necessidades educativas especiais do ensino superior feito, há três anos, por
Lília Aguardenteiro Pires, Ana Almeida Pinheiro e Valentina Oliveira,
investigadoras da Universidade de Lisboa, revelou que metade das instituições
de ensino superior não possuem um regulamento especial. Além disso, em 9% das
universidade e politécnicos não é possível a realização de provas adaptadas nem
são conferidas condições especiais para a realização de trabalhos ou provas de
avaliação a estudantes com deficiência.
Ao nível
das infraestruturas o cenário encontrado é ainda pior do que ao nível dos
apoios à aprendizagem, com cerca de metade das salas de aula, salas de estudo e
laboratórios e não estarem preparados na totalidade para receberem estudantes
com deficiência.
“Fazemos
o melhor possível dentro das condições que temos”, diz Ana Teresa Alves. E
lembra os cortes no financiamento público que as instituições sofreram nos
últimos anos, que causaram problemas à sua gestão — a universidade que dirige
está mesmo sob plano de recuperação financeira.
Através
de INCLUSO Fonte: Público
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
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