sexta-feira, 3 de março de 2017

Simpósios INCLUSÃO 2017

A Pró-Inclusão vai realizar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCE-UP), mais um ciclo de Simpósios INCLUSÃO 2017.
À semelhança do que está a acontecer em Lisboa, acreditamos que estes finais de tarde serão igualmente espaços para conversarmos sobre temas atuais e caros a todos os profissionais da educação.

Horário - 17h30/20h00

Datas e palestrantes convidados:
8 de março
Sessão de Abertura: José Alberto Correia (Diretor da FPCEUP), David Rodrigues (Presidente da Pró-Inclusão-ANDEE) e Helena Costa Araújo (Vice Presidente do Conselho Científico da FPCEUP) 
Palestrante: João Costa - Secretário de Estado da Educação
Local: Auditório 2A (piso 1)

5 de abril
Palestrante: Rui Trindade - FPCE-UP
Local: Auditório 1 (piso 1)

3 de maio
Palestrante: Manuel Sarmento - Instituto da Educação - Universidade do Minho (IE-UM)
Local: Auditório 1 (piso 1)

7 de junho
Palestrante: José Luís Fernandes - FPCE-UP
Local: Auditório 1 (piso 1)

28 de junho
Palestrante: Isabel Menezes - FPCE-UP
Local: Auditório 1 (piso 1)

INSCRIÇÕES ABERTAS (clicar para aceder ao formulário de inscrição)
Lugares limitados, assegurem a vossa vaga!

Morada: FPCE-UP, Rua Alfredo Allen, 4200-135 Porto

Através de INCLUSO

Recomendações sobre o Decreto-Lei n.º 3/2008



Por:
Luís de Miranda Correia Professor Catedrático Emérito, Universidade do Minho


As recomendações que se julgam fundamentais para a promoção de uma educação mais adequada e eficaz para as crianças e adolescentes com NEE, tendo em conta a remodelação do Decreto-Lei 3/2008, de 7 de janeiro, devem centrar-se, pelo menos, nos pontos seguintes:
  • Uniformizar conceitos que devem fazer parte da própria lei ou de uma subsequente regulamentação (ex.: inclusão, educação especial, necessidades educativas especiais (NEE); conceitos respeitantes às várias categorias que se inserem no espectro das NEE).
  • Tornar o DL 3/2008, de 7 de janeiro, simultaneamente mais abrangente (inserindo no seu preceituado todos os tipos de NEE) e mais específico (introduzindo os conceitos referentes a todos os tipos de NEE considerados).
  • Excluir do DL 3/2008, de 7 de janeiro, o Artigo 6.º, Ponto 3 (obrigatoriedade de se usar a CIJ-CJ para determinar a elegibilidade de um aluno para os serviços de Educação Especial e consequente elaboração de um programa educativo individual (PEI). Para além de Portugal ser um dos únicos países do mundo a exigir o uso da CIF-CJ em educação, sabe-se que, por não existir um corpo de investigação credível que advogue o seu uso, nem instrumentos de observação/avaliação adequados, uma maioria esmagadora de especialistas defende que a sua utilização em educação é perniciosa, lesiva dos direitos dos alunos com NEE. Sabe-se, também, que a maioria dos professores e outros agentes educativos (psicólogos, terapeutas, …) a usa por obrigação, sem realmente compreenderem o que estão a fazer (colocam as “cruzes” de uma forma absolutamente aleatória/subjetiva).
Leia AQUI a publicação na íntegra

Ser diferente...


quarta-feira, 1 de março de 2017

Quase um terço dos alunos com necessidades especiais estão no 1.º ciclo

Dos 78.175 alunos que no ano letivo de 2015/2016 frequentavam o ensino regular, estando identificados como tendo Necessidades Educativas Especiais (NEE), 27,8% estavam no 1.º ciclo de escolaridade, segundo dados divulgados então pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência.
No conjunto eram 21.136 e destes só 2604 tinha um currículo específico individual, que é a medida para os casos mais severos de NEE e que prevê a adaptação do currículo às características e necessidades de cada aluno, substituindo as competências definidas para esse nível de ensino.
A medida educativa mais generalizada entre os alunos com NEE em todos os níveis de ensino estava identificada como sendo o apoio pedagógico personalizado. Seguia-se-lhe as adequações no processo de avaliação, que visa adaptar o modo como se avalia o aluno às crianças e jovens com NEE.
Considera-se que um aluno tem Necessidades Educativas Especiais quando apresenta dificuldades de aprendizagem e participação, devendo ser apoiado por professores e técnicos da educação especial. Entre as NEE existem as que são consideradas de caráter temporário, em que se incluem os alunos com problemas ligeiro de desenvolvimento e/ou aprendizagem. E as permanentes, que integram os estudantes com deficiência mental, problemas de cegueira e de surdez, entre outros.

Dificuldades com tarefas diárias
No ensino básico, o principal grupo de dificuldades, que abrangia 52.951 alunos, dizia respeito à utilização da linguagem. Em segundo lugar, com 47.012 alunos, surgiam os problemas com tarefas diárias (escolares, atividades lúdicas, entre outras apropriadas à sua faixa etária).
Já no ensino secundário, o principal problema que afetava os alunos com NEE eram o da mobilidade, o que inclui a utilização de cadeira de rodas ou canadianas, e que abrangia 9932 alunos. Seguia-se-lhe os problemas de autonomia, com 8906 afetados, e que incluem entre outros dificuldades na alimentação e na higiene.

No conjunto dos 78.175 alunos identificados como tendo necessidades educativas especiais, 46.638 eram rapazes. Na altura em que estes dados foram divulgados, o presidente da Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, David Rodrigues, alertou para a possibilidade de se estar a classificar problemas de comportamento como NEE. “É provável que os rapazes apresentem mais frequentemente comportamentos desafiantes que acabam por afetar as aprendizagens e sejam por isso encaminhados para a educação especial”, disse.
In PUBLICO

Disléxicos aos sete anos? Pode existir um problema de sobrediagnóstico

Em 2016, escolas do básico receberam diagnósticos de dislexia relativos a mais 2 mil crianças. Júri Nacional de Exames alerta para a "precocidade" de diagnósticos no 1.º e 2.º ano e para o efeito "perverso" que prática pode ter nos alunos.
Com a realização de provas de aferição no 2.º ano de escolaridade, o que aconteceu pela primeira vez no ano passado, embora com caráter facultativo, emergiu uma realidade que o Júri Nacional de Exames (JNE) classifica como “preocupante”: o número de crianças que aos 7 anos estão diagnosticadas como tendo dislexia ou incapacidade intelectual.
Estas duas problemáticas estão enquadradas nas Necessidades Educativas Especiais (NEE), podendo os encarregados de educação dos alunos abrangidos requerer condições especiais para a realização de provas ou exames. No ensino básico foram apresentados 10.524 pedidos, sendo que 44% deles diziam respeito a alunos do 1.º ciclo de escolaridade.
Relativamente aos alunos que realizaram provas de aferição (2.º e 8.º ano) e para os quais foram solicitadas condições especiais, “verifica-se uma prevalência de 49% [3113] de situações assinaladas como incapacidade intelectual, sendo que destas 1887 foram diagnosticadas no 1.º e 2.º ano de escolaridade”, assinala o JNE no seu relatório sobre os exames de 2016, que foi divulgado nesta semana. Em 2016, foram realizadas 252 mil provas de aferição.
Em termos de prevalência, a dislexia aparece em segundo lugar, com 2035 registos, dos quais também “588 foram diagnosticados no 1.º e 2.º ano de escolaridade”, frisa o JNE.
Tanto a primeira situação como a segunda, tendo em conta a idade das crianças abrangidas, podem indiciar “uma eventual precocidade em alguns dos diagnósticos”, alerta este organismo, que no caso da dislexia lembra que, estando em causa crianças com seis ou sete anos, “podem não existir dados suficientes que consubstanciem um diagnóstico definitivo desta problemática”.

In PUBLICO
Ver artigo na íntegra AQUI

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Vendas de ritalina duplicaram em sete anos


Psiquiatras e psicólogos criticam banalização do uso do medicamento para tratar a hiperactividade e défice de atenção.

As vendas do medicamento habitualmente utilizado para tratar perturbações de hiperatividade e défice de atenção (PHDA), o metilfenidato, cuja designação comercial é ritalina, duplicaram entre 2010 e 2016. Segundo o Jornal de Notícias deste domingo, em 2010 venderam-se 133 mil embalagens daquele que é conhecido como “comprimido da inteligência”, porque ajuda as crianças a concentrarem-se e a melhorarem os seus resultados escolares. Um número que mais que duplicou em 2016, quando as vendas rondaram as 270 mil embalagens.

Ainda assim, o diário, que cita dados fornecidos pela consultora QuintilesIMS e pelo Infarmed (a autoridade que regula e supervisiona o mercado dos medicamentos) nota que em 2016 houve uma descida de vendas face a 2015, quando o número de embalagens vendidas atingiu as 283 mil. No entanto, (...) também nota que surgiu no mercado uma nova molécula para tratar as mesmas perturbações, a atomoxetina, cujas vendas mais que duplicaram de quatro mil embalagens em 2015 para nove mil em 2016.
“São muitas as crianças medicadas porque foram consideradas desatentas e problemáticas. O que era exceção tornou-se habitual”, declarou o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas, Filinto Lima, considerando que se trata de “um exagero”.

“Só em casos extremos se deveria recorrer a fármacos”, disse (...) o bastonário da Ordem dos Psicológos, Francisco Miranda Rodrigues. O especialista defende que o efeito da medicação “não proporciona uma mudança de comportamento” e sustenta que a intervenção psicológica nas crianças poderia corrigir grande parte dos problemas.

O responsável pelo Programa Nacional para a Saúde Mental, Álvaro Carvalho, adiantou que o tema é motivo de preocupação e adiantou que há muitos pais que se queixam aos médicos que os filhos são hiperativos, instáveis ou irrequietos. Mas o psiquiatra frisou que “o sofrimento mental na criança é muito inespecífico” e que estas podem apresentar “os mesmos sintomas para uma grande variedade de situações”, pelo que não significa forçosamente que tenham PHDA.

O responsável pela consulta de hiperatividade no Centro de Desenvolvimento em Coimbra, José Boavida Fernandes, defende que o metilfenidato pode ser um protetor social da criança ao evitar outros comportamentos problemáticos. Se a perturbação existe e afeta a vida da criança por um longo período de tempo, o melhor é medicar, mas é preciso fazer um bom diagnóstico e evitar os “maus usos da medicação”, alerta.


O pediatra também assegura que “o metilfenidato tem um padrão de segurança e eficácia enorme” e que “não há um único estudo científico que alerte para efeitos negativos e já lá vão mais de 50 anos de uso”.

Im Público, por Incluso

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Guia para Aplicação de Condições Especiais na Realização de Provas e Exames – JNE 2017

Aceda ao documento AQUI


Os alunos ao abrigo do DecretoLei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na sua redação atual, prestam as provas e os exames previstos para os restantes examinandos podendo, no entanto, sob proposta do professor titular de turma/conselho de docentes ou do diretor de turma/conselho de turma, ser autorizada a aplicação de condições especiais na realização das provas de avaliação externa e nas provas de equivalência à frequência.

A aplicação das condições especiais previstas no Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência do ensino básico e secundário depende do perfil de funcionalidade do aluno, tendo por referência as condições aplicadas ao nível da avaliação interna ao longo do ano letivo e contempladas no programa educativo individual (PEI).

A solicitação de condições especiais deve ser expressa através de requerimento, formalizado pelo diretor da escola em plataforma eletrónica, a disponibilizar para o efeito pelo JNE em http://area.dge.mec.pt/jneac, entre os dias 15 de fevereiro e 17 de março, data a partir da qual a plataforma será encerrada, não permitindo novos registos, alteração de dados já inseridos ou submissão de documentos.

Os documentos necessários ao processo de realização de provas e exames que legitimam a aplicação de condições especiais são o PEI, a ata do conselho de docentes/turma, com a formalização da proposta de aplicação de condições especiais, e o respetivo despacho de autorização. As condições especiais autorizadas para a realização de provas finais de ciclo ou exames finais nacionais são também aplicáveis na realização de provas de equivalência à frequência.

Por INCLUSO, Publicada por João Adelino Santos à(s) domingo, fevereiro 12, 2017 

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Como é que os neurónios se organizam quando aprendemos a tocar piano?

Cientistas de Portugal e dos EUA explicam o que acontece no cérebro na aprendizagem de uma nova capacidade motora. Os resultados podem ser importantes para melhorar desempenho das interfaces cérebro-máquina.

Primeiro sozinhos, depois em grupo para aperfeiçoar a técnica. Esta parece ser a estratégia usada pelos neurónios quando são estimulados a aprender uma nova tarefa motora. Usando dados de um estudo anterior realizado com macacos ligados a uma interface-cérebro máquina, os investigadores perceberam como é que os neurónios coordenavam a sua actividade para desempenhar uma tarefa e desenvolveram um algoritmo. Estes resultados podem aperfeiçoar o desempenho das interface cérebro-máquina que ligam o cérebro a um dispositivo externo (como um braço robótico, por exemplo) e permitem que alguém paralisado consiga fazer determinados movimentos apenas com o poder da mente.

No comunicado de imprensa da Fundação Champalimaud sobre o estudo, recorre-se à imagem de alguém a aprender a tocar piano para explicar os resultados obtidos. Podia ser qualquer outra nova tarefa motora. Rui Costa, investigador do Centro Champalimaud e um dos autores do artigo, usa a imagem de alguém a aprender a jogar ténis. Na verdade, no estudo realizado em 2009, que serve de base ao artigo agora publicado na revista Neuron por investigadores de Portugal e dos EUA, os macacos tinham de aprender a mover um cursor num computador.

Marcelo alertou para as carências na área da deficiência mental



(RTP/09 Fev, 2017)

Hiperatividade, ciência versus facebook

Nem tudo o que mexe é hiperativo, nem todos os que sonham têm défice de atenção. Mas destruir um fármaco com “cultura de facebook” é demasiadamente leviano
Houve um aumento na prescrição de metilfenidato para o dobro, entre 2010 e 2014. Podem existir várias explicações, desde exagero de prescrições até melhor diagnóstico e medicação de crianças e jovens que necessitavam mas não o estavam a tomar. Por outro lado, o melhor conhecimento dos problemas de dispersão, falta de concentração e atenção, e de hiperatividade pode justificar o aumento. Especulação à parte, o que se sabe, sim, é que embora haja crianças medicadas inutilmente, é grande o número das que precisam e não estão medicadas e, entre as que estão, a esmagadora maioria colhe benefícios.
Recomenda-se este fármaco quando há uma perturbação da concentração e atenção que afete a vida das crianças de forma significativa, para lá do normal cansaço, má gestão dos estímulos artificiais que desviam a atenção ou da irrequietude natural das crianças e jovens, sobretudo do sexo masculino. Nem tudo o que mexe é hiperativo, nem todos os que sonham têm défice de atenção! As crianças, vivendo num mundo “entre quatro paredes”, precisam de se expandir, de se mexer. No entanto, a incapacidade de concentração num estímulo, sobretudo abstrato, desviando--se para “qualquer mosca que passe” faz com que a criança retire muito pouco das aulas, se sinta mais distante do “filme” que está a passar na sala de aula e invente outras coisas, mexendo-se, perturbe os outros e se comporte de modo hiperativo, sendo disruptivo para a aula e prejudicando gravemente o seu próprio processo de aprendizagem, ou então mergulhe na sua vida interior e se abstraia. Acresce que estar constantemente a ser admoestado e de castigo, ver as notas aquém do que sabe ser possível, ler apenas metade do cabeçalho e responder impulsivamente de modo incompleto, diminuem a autoestima, causam tristeza e geram problemas sociais e psicológicos. 
Os benefícios da terapêutica, que pode ser instituída por um pediatra ou neuropediatra e que não necessita de ser baseada em testes e exames, vão ajudar o processo de aprendizagem e permitir à criança o desenvolvimento das suas capacidades. 
O argumento de que “é um químico” é anedótico porque o cérebro funciona, exatamente, com mediadores químicos, e nos casos de hiperatividade e défice de atenção, dispersão e impulsividade, esse mediador está em falta. Com o crescimento o cérebro arranjará outras formas de funcionamento e não é precisa medicação para a vida toda, como alguns ignorantes dizem. Além disso, é boa prática as crianças interromperem a medicação nas férias letivas; a ideia de que se fica “preso a uma droga” é mais um dos mitos urbanos veiculados na Internet.
Quanto a contraindicações, nas redes sociais há pessoas que gostam muito de dizer que “é veneno”. Dá vontade de rir – leiam a bula do ibuprofeno ou do paracetamol, que dão aos vossos filhos e verão a “galeria de horrores”. Com o metilfenidato os efeitos colaterais são raros e, salvo exceções, resumem-se a situações transitórias e breves de baixa de apetite ou pequenas insónias. 
O metilfenidato não dá “superpoderes”, apenas faz render melhor as capacidades naturais a estas crianças. Não ficarão engenheiros, pianistas ou escritores com o medicamento se não tiverem esses talentos, mas podem nunca vir a ser engenheiros, escritores ou pianistas, tendo esses talentos, por não conseguirem estudar, concentrar-se e andarem toda a escolaridade a saltitar de “mosca para mosca”, irritando os professores, enervando os pais e diminuindo a sua autoestima. E se pensássemos numa coisa chamada Ciência? Talvez valha mais do que o diz-que-diz das redes sociais…

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http://www.paisefilhos.pt
 Mário Cordeiro, pediatra, Fevereiro 2017

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Reportagem Especial - O meu lugar não é aqui


Duarte, Rodrigo, Jorge, David e Pedro. São cinco jovens em idade escolar, com uma característica especial: são todos ‘sobredotados’. Todos sentiram, em algum momento do percurso académico, que a escola não respondia às suas necessidades. A Reportagem Especial desta semana mostra-lhe os desafios que enfrentam os alunos ‘sobredotados’ nas escolas portuguesas.

Por Blog De Arlindo

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

25 máscaras de feltro para economizar na fantasia das crianças

Haja criatividade para inovar na folia com os pequenos. Opções de caracterizações divertidas não faltam, mas nem sempre aquela que mais gostamos é a mais adequada. Roupas com muitos apetrechos ou penduricalhos, por exemplo, podem deixar os pequenos desconfortáveis e atrapalhar a brincadeira. As máscaras são uma ótima alternativa para isso, pois com poucos recursos elas já compõem o visual.
Por isso, o Catraquinha preparou uma lista de máscaras feitas de feltro que você pode reproduzir em casa e economizar na folia com muita criatividade e imaginação. Inspire-se...

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A mais dura disciplina do curso: acompanhar famílias especiais

Programa de apoio a famílias com crianças com deficiências profundas arrancou nesta semana em Leiria, dedicado aos estudantes do ensino superior. Vinte voluntários inscritos.

"Quem é o rapaz mais giro da sala, hã?" À pergunta da professora Graça Morgado respondem os sorrisos de Yulian e David. É uma das poucas formas que têm de comunicar com o mundo, ambos com paralisia cerebral, 8 anos de vida, duas das seis crianças que frequentam a Unidade Especializada de Apoio à Multideficiência, numa sala da Escola Correia Mateus, em Leiria.
É janeiro frio e o primeiro dia de Adriana como voluntária do programa de Apoio a Famílias Especiais. A partir de agora, pelo menos uma vez por semana, a jovem estudante do primeiro ano de Terapia da Fala vai ajudar a cuidar daquelas crianças, pronta para encarar a alimentação por sonda, as fraldas, as crises. Dias antes, numa sala de reuniões da Câmara de Leiria, entre cerca de 20 voluntários inscritos, foi ela a única que se prontificou a ingressar naquela que será a mais "dura" das três salas que integram este programa.
IN dn, 27 DE JANEIRO DE 2017
Veja o artigo na íntegra AQUI