segunda-feira, 15 de maio de 2017

Recomendação Para a Escola Inclusiva

"Muito em breve devem ser conhecidas as novas regras que vão alterar o Decreto-Lei 3/2008 e esta recomendação publicada hoje em Diário da República já deve focar algumas das coisas que podem mudar.
Aguardemos."
Através de Blog Arlindo

quarta-feira, 10 de maio de 2017

12 filmes imperdíveis que abordam a inclusão da pessoa com deficiência


1- Os Intocáveis (2012)
2- O Filho Eterno (2016)
3- Meu nome é Radio (2003)
4- Colegas (2012)
5- Hasta la Vista - Venha como você é (2011)
6- Cordas (2014)
7- Soul Surfer - Coragem de Viver (2011)
8- Sempre amigos (1998)
9- Uma lição de amor (2001)
10- Como eu era antes de você (2016)
11- A pessoa é para que nasce (2002)
12- Janela da alma (2001)
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Ensino especial. Cada vez há mais alunos a ir mais longe

Aos 19 anos, a frequentar o 11.º ano, Ana Filipa Silva ambiciona licenciar-se em Ciências Políticas e Sociais. Não desdenharia ser um dia deputada
Neste ano letivo, o número de alunos com necessidades educativas especiais a frequentar o ensino secundário disparou 18%, subindo para 13 mil.

Ana Filipa Silva, 19 anos, não é do género de se queixar. Quando lhe perguntamos se o facto de ser uma aluna com necessidades educativas especiais (NEE) lhe dificultou o percurso escolar, garante que a maior parte das barreiras foram autoimpostas: "No início, o problema fui mais eu. Tive de me adaptar, de me aceitar." No 11.º ano, é um dos 13 mil alunos com NEE que neste ano letivo frequentam o secundário. Um número ainda curto, mas que representa uma subida acentuada, de 18% (dois mil alunos), no espaço de um ano. Um sinal de que a deficiência começa a deixar de ser equiparada a uma sentença de baixas expectativas.

Filipa podia ser o modelo desta mentalidade. Tal como a personagem de Dickens, tem grandes esperanças. E não deixa que nada as abale. Nem a paralisia cerebral. Nem as contrariedades associadas, como o ano parcialmente perdido no 10.º devido a uma cirurgia com recuperação prolongada, que a deixou "presa ao gesso" durante longas semanas. Quer estudar Ciências Sociais e Políticas e espera, um dia, poder ser uma oradora, talvez uma deputada na Assembleia da República, a "dar voz aos que enfrentam desafios semelhantes". É praticante de boccia, "num pequeno clube que tem tido bons resultados", e espera um dia representar Portugal nuns jogos paralímpicos: "Em tudo o que meto é para levar a sério."

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sábado, 6 de maio de 2017

Ecrãs táteis podem provocar atrasos na fala das crianças

Handheld screen time linked with speech delays in young children
New research being presented at the 2017 Pediatric Academic Societies Meeting suggests the more time children under 2 years old spend playing with smartphones, tablets and other handheld screens, the more likely they are to begin talking later

SAN FRANCISCO - As the number of smart phones, tablets, electronic games and other handheld screens in U.S. homes continues to grow, some children begin using these devices before beginning to talk. New research being presented at the 2017 Pediatric Academic Societies Meeting suggests these children may be at higher risk for speech delays.
Researchers will present the abstract, "Is handheld screen time use associated with language delay in infants?" on Saturday, May 6 at the Moscone West Convention Center in San Francisco. The study included 894 children between ages 6 months and 2 years participating in TARGet Kids!, a practice-based research network in Toronto between 2011 and 2015.
By their 18-month check-ups, 20 percent of the children had daily average handheld device use of 28 minutes, according to their parents. Based on a screening tool for language delay, researchers found that the more handheld screen time a child's parent reported, the more likely the child was to have delays in expressive speech. For each 30-minute increase in handheld screen time, researchers found a 49 percent increased risk of expressive speech delay. There was no apparent link between handheld device screen time and other communications delays, such as social interactions, body language or gestures.
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Por que arriscam os jovens as suas vidas no jogo Baleia Azul?

Especialistas alertam os pais para estarem atentos aos comportamentos dos filhos e para dialogarem, mas sem proibir o acesso à Internet.
Foi há uma semana que Bárbara Ramos Dias, psicóloga em Oeiras, recebeu o primeiro alerta para o jogo Baleia Azul. Um adolescente ligou-lhe porque não sabia o que havia de fazer. Se não jogasse matar-lhe-iam os pais, disse. A psicóloga descansou-o. Já esta semana, outro jovem contactou-a por causa do mesmo jogo e da mesma ameaça.

A Baleia Azul tem cerca de meia centena de instruções – Tito de Morais, do projecto Miudos Seguros na Net, recusa-se a chamar-lhe “desafios” porque são “coisas terríveis” – que induzem quem adere ao jogo a praticar actos de automutilação. O fim último é o suicídio. Este jogo terá começado na Rússia e já se espalhou pelo mundo, tendo chegado agora a Portugal com o primeiro caso de uma jovem no Algarve que se atirou de um viaduto.
Quem são os jovens que aderem? Para Bárbara Ramos Dias, que trabalha com adolescentes e faz consultas através do skype, são apenas miúdos que “acreditam naquelas ameaças, têm medo que façam mal aos pais e, por isso, fazem tudo o que o jogo manda”.
Margarida Gaspar de Matos, especialista em saúde pública e responsável pelo estudo Health Behaviour in School-Aged Children, da Organização Mundial de Saúde, lembra que faz parte da adolescência querer arriscar e testar os limites, mas também aderirão os jovens mais “desorganizados e com menos perspectivas de futuro”.
Rosário Carmona e Costa, psicóloga especialista em adição à Internet, cyberbullying e psicologia da web, que publicou recentemente o livro iAgora? sobre as dependências das crianças e adolescentes dos ecrãs, é da mesma opinião e lembra as corridas de alta velocidade na ponte Vasco da Gama como um dos comportamentos de risco e de tentativa de testar limites. “Esta é a versão electrónica do experimentar álcool ou drogas pesadas, ou outras coisas em que arriscamos e testamos os limites”, acrescenta Margarida Gaspar de Matos.
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Aumento exponencial da hiperatividade preocupa Assembleia da República

O relatório da Direção-Geral de Saúde ‘Saúde Mental 2015’ foi contundente: as crianças portuguesas até aos 14 anos estão a consumir mais de 5 milhões de doses por ano de metilfenidato.

O Infarmed tem dados que demonstram o aumento exponencial da compra desta substância em 8 anos: 50 mil embalagens em 2006, 133 mil em 2010 e as 276 mil em 2014. O metilfenidato é o principal componente dos medicamentos utilizados para o tratamento da Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA), como, por exemplo, a Ritalina.

Agora, o Bloco de Esquerda (BE) quer que a Assembleia da República aprove uma resolução que visa diminuir o consumo de metilfenidato, assim como o excesso de diagnósticos de PHDA. O projeto do BE passa pelo acompanhamento das criançascom diagnóstico nas escolas por um psicólogo e pelo aumento destes profissionais nas escolas.

Em declarações ao Diário de Notícias, Joana Mortágua afirma:

“Todos os dados apontam para um consumo esmagadoramente atribuído a crianças em idade escolar. Isso leva-nos a crer que existe uma relação”.

O BE defende também que sejam feitos mais estudos, de forma regular, para que se conheçam as razões do aumento do consumo destes medicamentos e em que condições eles são prescritos e a divulgação dos efeitos nocivos para a saúde da toma do metilfenidado. 

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Simple Paper Roll Animals Crafts for Kids

PSP e MEO vão oferecer pulseiras localizadoras para crianças

Em conjunto, MEO e PSP assinalam a contagem decrescente para o arranque de mais uma edição do Programa Estou Aqui! com um roadshow que vai abranger várias localidades de norte a sul do país.

O Estou Aqui!, programa dirigido a crianças dos 2 aos 9 anos, marcará presença durante o mês de maio em várias escolas do país, numa contagem decrescente para o arranque da edição de 2017, prevista para 1 de junho. Ao longo de cinco edições, a iniciativa envolveu mais de 163 mil crianças.
O roadshow conjunto, entre o MEO e a PSP, visa promover o programa e alertar para a importância de professores, pais e alunos aderirem a esta solução de segurança, materializada numa pulseira com um código alfanumérico, única, pessoal e intransmissível. Através desta pulseira é possível sinalizar a identificação da criança perdida e agilizar o reencontro com os respetivos educadores.

Cumprindo um itinerário de mobilização da comunidade escolar, este tour vai incluir as seguintes cidades:

Como funciona?

Sempre que alguém for encontrado perdido, bastará ligar para o número de emergência ou para uma esquadra da PSP, fornecer o código alfanumérico gravado na pulseira e de imediato será accionado um carro patrulha e a família alertada. A pulseira tem dois anos de “vida útil”, devendo ser renovada na base de dados findo esse período.
A pulseira “Estou Aqui” foi desenvolvida com elevados padrões de qualidade para permitir que seja utilizada nas mais variadas condições e o tecido utilizado está preparado para aguentar até 12 meses sem perder a qualidade.
A pulseira foi concebida com matéria prima zamak e o acabamento foi garantido com cobre e banho de níquel. A gravação da inscrição “Call/Liga 112” foi feita em baixo relevo e o código alfanumérico foi gravado a laser.
Criado por  em 3 de Maio de 2017 |

quarta-feira, 3 de maio de 2017

ALTAS CAPACIDADES E SOBREDOTAÇÃO: COMPREENDER IDENTIFICAR, ATUAR

 Download AQUI

Associação Nacional para o Estudo e Intervenção na Sobredotação (ANEIS) Instituição Particular de Solidariedade Social acaba de publicar o livro ALTAS CAPACIDADES E SOBREDOTAÇÃO: COMPREENDER IDENTIFICAR, ATUAR.

Falar em altas capacidades e na educação dos alunos sobredotados é bem mais fácil hoje do que há algumas décadas atrás. A sociedade, e em particular a escola, está mais atenta às capacidades superiores de alguns dos seus membros, passando a reconhecê-las, a conviver com elas e a considerá-las nas suas práticas educativas. No caso concreto dos alunos sobredotados, a sociedade e a família passaram a reclamar das instituições educativas e de socialização espaços de maior atenção no seu desenvolvimento e aprendizagem singulares (Almeida, Fleith, & Oliveira, 2013). Assim, no âmbito de uma política social e educativa pautada pela equidade, a escola inclusiva deverá atender os seus alunos mais capazes, criando condições para a excelência na sua aprendizagem e rendimento académico.

Através de INCLUSO

BUTTERFLY HANDPRINT CARDS - perfect for Mother's Day!


Veja AQUI
Add this cute poem to it -->
This isn’t just a Butterfly
As you can plainly see.
I made it with my hand
Which is a part of me.
It comes with lots of Love
Especially to say
I hope you have a very
Happy Mother’s Day
Poem Author: Elaine Magud

A importância do trabalho em equipa

In Educação e Transformação

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Existem mais pais hiperpassivos do que crianças hiperativas

O termo hiperatividade se tornou muito popular. Muitos pais pensam que seus filhos sofrem desse transtorno, que seus filhos são crianças hiperativas. Respeitando os defensores e difamadores da existência de tal transtorno, parece que não existem tantas crianças que o tenham a ponto de justificar o grande número de diagnósticos que têm sido feitos. Isto é, falamos de um transtorno – no caso de poder falar dele como tal – super diagnosticad
Existem muitos pais, muitos mesmo, que recorrem aos centros de psicologia, psiquiatria infantil, ou neurologia em busca de um diagnóstico que confirme suas suspeitas. Uma suspeita que, segundo eles, aponta que seu filho é hiperativo. O fato é que muitas vezes este diagnóstico não se confirma e os pais saem mais desanimados da consulta do que entraram (por mais contraditório que pareça), e outras vezes este diagnóstico é confirmado, mas se dá de forma equivocada.
Em uma primeira consulta com os pais, depois de identificar condutas problema, é feita uma avaliação do menor e da dinâmica familiar. Se for necessário intervém-se na família, a fim de otimizar a dinâmica familiar e a conduta da criança.

Crianças hiperativas ou pais hiperpassivos?
(...)
“Os pais de família verdadeiramente felizes não estão com frequência nos bares.”
-Adolfo Kolping-


Ver artigigo na íntegra AQUI

Curta metragem apresenta autismo sob a perspectiva infantil

Aos olhos de uma criança, os hábitos repetitivos ou obsessivos relacionados ao autismo podem passar a ideia de que há algo errado que deve ser consertado com quem tem o transtorno.
Esse é o ponto de partida de “Fixing Luka”, curta-metragem escrito, dirigido e animado por Jessica Ashman.
Créditos: Reprodução
“Fixing Luka” trata do autismo sob a perspectiva infantil
Na animação, vemos uma garotinha, Lucy, feita de pano, observando atenta o comportamento obsessivo do irmão, que tem engrenagens metálicas. Ele cola uma série de selos na parede, alinha seus patinhos de borracha e empilha cubos em torres imensas.
Lucy acredita que existe um jeito de curar o irmão até que, um dia, ele se desmonta. A menina, enfim, perde a paciência e sai correndo pela floresta, indo parar em um casebre onde encontra um soldadinho de dar corda. Com esse novo amigo, Lucy passa a achar que encontrou a cura para o irmão.

De forma sensível e com figuras originais, o curta é baseado nas experiências pessoais de Jessica Ashman, que tem um irmão autista. Assista a seguir:

MUSICOTERAPIA PARA AUTISTAS

A Cooperativa Focus dispõe, em Vale de Cambra, daquela que é "a primeira sala de Musicoterapia no distrito de Aveiro" específica para crianças, jovens e adultos com perturbações do espectro do autismo.

Fernando Barbosa, o presidente da cooperativa de solidariedade social dedicada a essa problemática, explica que a nova valência começará por funcionar com recurso a terapeutas especializados em Música, após o que se prevê que o serviço evolua de forma a também incluir Dançoterapia.
"São duas terapêuticas emergentes cuja aplicação neste tipo de perturbações ainda não é muito explorada em Portugal, mas cuja eficácia já foi comprovada por estudos internacionais", declarou o responsável à agência Lusa.
"Ambas têm uma grande componente lúdica e acabam por surtir resultados em diferentes faixas etárias, o que não se pode dissociar do poder que a música exerce sobre quase toda a gente, quer se trate de uma criança, um adolescente ou um adulto", realça.
Entre as vantagens da Musicoterapia inclui-se a sua eficácia para melhorar a comunicação, criar competências de relacionamento interpessoal, aumentar a responsabilidade pessoal e desenvolver o sentido de jogo. Essa terapêutica pode ainda desencadear a atenção conjunta, melhorar o processamento auditivo, desenvolver a motricidade fina e grossa, e ajudar a identificar e expressar adequadamente certas emoções.
A adaptação de histórias sociais a contexto musical pode também modificar alguns comportamentos e ensinar novas competências, pelo que a Musicoterapia revela o que Fernando Barbosa define como "um grande potencial reabilitativo".
Decorrendo em instalações próprias no centro de Vale de Cambra ou então em contexto residencial ou escolar, de acordo com as necessidades do utente, as sessões naquele concelho envolvem um preçário "a custos reduzidos".
Segundo Fernando Barbosa, isso "só é possível graças à Fundação Luiz Bernardo de Almeida, que cedeu a sala criada especificamente para este efeito, e também ao apoio da SIC Esperança e da Porto Editora, que contribuíam para o projeto com fundos angariados através do projeto natalício 'Musicoterapia para Autistas'".
In http://lifestyle.sapo.pt/