terça-feira, 27 de junho de 2017

domingo, 25 de junho de 2017

Indisciplina pode ser uma maneira de esconder dificuldades de aprendizagem

Trecho do filme "Como estrelas na Terra: toda criança é especial" (2007).

Vídeo exemplificativo do artigo recém publicado intitulado "Comportamento de esquiva: exemplo em sala de aula"
Veja o vídeo e artigo AQUI: https://goo.gl/RB2MhE.

In Psicologia para Educadores

sexta-feira, 19 de maio de 2017

A cadela Mel vai à escola ajudar crianças com autismo

Projecto de terapia com cães em contexto escolar está em fase-piloto em Coimbra. Sessões ajudam a desenvolver a comunicação, a concentração e as competências sociais das crianças

Paulo tem um autocolante vermelho na mão direita e outro azul na esquerda. Ana Barbosa Ribeiro, a técnica de terapia assistida, aponta para Mel – que tem também autocolantes coloridos iguais nas patas – e vai perguntando a Paulo, com seis e a frequentar o 1.º ano, (a pedido da escola não o identificamos pelo seu verdadeiro nome) qual corresponde a qual. A Mel é uma cadela golden retriever de 18 meses especialmente treinada para ajudar crianças com dificuldades.

Estas sessões de cinoterapia fazem parte de um projeto implementado na Escola Básica do Tovim, em Coimbra, pelo Centro de Apoio Social de Pais e Amigos da Escola (CASPAE), uma Instituição Particulares de Solidariedade Social, e envolve atualmente quatro crianças com autismo. O projeto funciona em contexto escolar. Além da cadela Mel e da técnica de terapia assistida Ana Ribeiro, fazem parte do projeto uma psicóloga e especialistas do estabelecimento do Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro, que tem uma unidade de ensino estruturado para autistas.

A psicóloga Cátia Rodrigues, coordenadora do projeto de cinoterapia, explica que, depois de feito o diagnóstico das crianças, o plano de intervenção é desenhado de acordo com a necessidade de cada uma. Mel ajuda as crianças a treinar a capacidade de concentração, as competências sociais e de comunicação. Um dos objetivos é que “aprendam a ter comportamentos nos momentos adequados, como um bom dia, uma boa tarde, [a fazer] contacto visual com o outro ou a ter uma postura corporal adequada ao que está a sentir na altura”. Outro dos aspectos trabalhados é a psicomotricidade, como a diferença entre esquerda e direita, em exercícios como os que Paulo faz com os autocolantes.

Veja a reportagem na íntegra AQUI

CONGRESSO NO PORTO - Ontogenia em Neurodesenvolvimento


Mais informações... view document
Por Blog DeAr lindo

Ideal para trabalhar as emoções:)


Vídeo AQUI
In Psicologia para Educadores

What is dyslexia? - Kelli Sandman-Hurley


Dyslexia affects up to 1 in 5 people, but the experience of dyslexia isn't always the same. This difficulty in processing language exists along a spectrum -- one that doesn't necessarily fit with labels like "normal" and "defective." Kelli Sandman-Hurley urges us to think again about dyslexic brain function and to celebrate the neurodiversity of the human brain.

Lesson by Kelli Sandman-Hurley, animation by Marc Christoforidis.

Transtorno do Espectro do Autismo


Veja o vídeo AQUI

Ele é Michael Phelps



Talvez você não conheça a história dele. Assista e descubra! 😀
Leia aqui o artigo mais comentado da semana https://goo.gl/HPkMF7

Veja o Vídeo AQUI

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Recomendação Para a Escola Inclusiva

"Muito em breve devem ser conhecidas as novas regras que vão alterar o Decreto-Lei 3/2008 e esta recomendação publicada hoje em Diário da República já deve focar algumas das coisas que podem mudar.
Aguardemos."
Através de Blog Arlindo

quarta-feira, 10 de maio de 2017

12 filmes imperdíveis que abordam a inclusão da pessoa com deficiência


1- Os Intocáveis (2012)
2- O Filho Eterno (2016)
3- Meu nome é Radio (2003)
4- Colegas (2012)
5- Hasta la Vista - Venha como você é (2011)
6- Cordas (2014)
7- Soul Surfer - Coragem de Viver (2011)
8- Sempre amigos (1998)
9- Uma lição de amor (2001)
10- Como eu era antes de você (2016)
11- A pessoa é para que nasce (2002)
12- Janela da alma (2001)
Veja AQUI

Ensino especial. Cada vez há mais alunos a ir mais longe

Aos 19 anos, a frequentar o 11.º ano, Ana Filipa Silva ambiciona licenciar-se em Ciências Políticas e Sociais. Não desdenharia ser um dia deputada
Neste ano letivo, o número de alunos com necessidades educativas especiais a frequentar o ensino secundário disparou 18%, subindo para 13 mil.

Ana Filipa Silva, 19 anos, não é do género de se queixar. Quando lhe perguntamos se o facto de ser uma aluna com necessidades educativas especiais (NEE) lhe dificultou o percurso escolar, garante que a maior parte das barreiras foram autoimpostas: "No início, o problema fui mais eu. Tive de me adaptar, de me aceitar." No 11.º ano, é um dos 13 mil alunos com NEE que neste ano letivo frequentam o secundário. Um número ainda curto, mas que representa uma subida acentuada, de 18% (dois mil alunos), no espaço de um ano. Um sinal de que a deficiência começa a deixar de ser equiparada a uma sentença de baixas expectativas.

Filipa podia ser o modelo desta mentalidade. Tal como a personagem de Dickens, tem grandes esperanças. E não deixa que nada as abale. Nem a paralisia cerebral. Nem as contrariedades associadas, como o ano parcialmente perdido no 10.º devido a uma cirurgia com recuperação prolongada, que a deixou "presa ao gesso" durante longas semanas. Quer estudar Ciências Sociais e Políticas e espera, um dia, poder ser uma oradora, talvez uma deputada na Assembleia da República, a "dar voz aos que enfrentam desafios semelhantes". É praticante de boccia, "num pequeno clube que tem tido bons resultados", e espera um dia representar Portugal nuns jogos paralímpicos: "Em tudo o que meto é para levar a sério."

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sábado, 6 de maio de 2017

Ecrãs táteis podem provocar atrasos na fala das crianças

Handheld screen time linked with speech delays in young children
New research being presented at the 2017 Pediatric Academic Societies Meeting suggests the more time children under 2 years old spend playing with smartphones, tablets and other handheld screens, the more likely they are to begin talking later

SAN FRANCISCO - As the number of smart phones, tablets, electronic games and other handheld screens in U.S. homes continues to grow, some children begin using these devices before beginning to talk. New research being presented at the 2017 Pediatric Academic Societies Meeting suggests these children may be at higher risk for speech delays.
Researchers will present the abstract, "Is handheld screen time use associated with language delay in infants?" on Saturday, May 6 at the Moscone West Convention Center in San Francisco. The study included 894 children between ages 6 months and 2 years participating in TARGet Kids!, a practice-based research network in Toronto between 2011 and 2015.
By their 18-month check-ups, 20 percent of the children had daily average handheld device use of 28 minutes, according to their parents. Based on a screening tool for language delay, researchers found that the more handheld screen time a child's parent reported, the more likely the child was to have delays in expressive speech. For each 30-minute increase in handheld screen time, researchers found a 49 percent increased risk of expressive speech delay. There was no apparent link between handheld device screen time and other communications delays, such as social interactions, body language or gestures.
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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Por que arriscam os jovens as suas vidas no jogo Baleia Azul?

Especialistas alertam os pais para estarem atentos aos comportamentos dos filhos e para dialogarem, mas sem proibir o acesso à Internet.
Foi há uma semana que Bárbara Ramos Dias, psicóloga em Oeiras, recebeu o primeiro alerta para o jogo Baleia Azul. Um adolescente ligou-lhe porque não sabia o que havia de fazer. Se não jogasse matar-lhe-iam os pais, disse. A psicóloga descansou-o. Já esta semana, outro jovem contactou-a por causa do mesmo jogo e da mesma ameaça.

A Baleia Azul tem cerca de meia centena de instruções – Tito de Morais, do projecto Miudos Seguros na Net, recusa-se a chamar-lhe “desafios” porque são “coisas terríveis” – que induzem quem adere ao jogo a praticar actos de automutilação. O fim último é o suicídio. Este jogo terá começado na Rússia e já se espalhou pelo mundo, tendo chegado agora a Portugal com o primeiro caso de uma jovem no Algarve que se atirou de um viaduto.
Quem são os jovens que aderem? Para Bárbara Ramos Dias, que trabalha com adolescentes e faz consultas através do skype, são apenas miúdos que “acreditam naquelas ameaças, têm medo que façam mal aos pais e, por isso, fazem tudo o que o jogo manda”.
Margarida Gaspar de Matos, especialista em saúde pública e responsável pelo estudo Health Behaviour in School-Aged Children, da Organização Mundial de Saúde, lembra que faz parte da adolescência querer arriscar e testar os limites, mas também aderirão os jovens mais “desorganizados e com menos perspectivas de futuro”.
Rosário Carmona e Costa, psicóloga especialista em adição à Internet, cyberbullying e psicologia da web, que publicou recentemente o livro iAgora? sobre as dependências das crianças e adolescentes dos ecrãs, é da mesma opinião e lembra as corridas de alta velocidade na ponte Vasco da Gama como um dos comportamentos de risco e de tentativa de testar limites. “Esta é a versão electrónica do experimentar álcool ou drogas pesadas, ou outras coisas em que arriscamos e testamos os limites”, acrescenta Margarida Gaspar de Matos.
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