quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
domingo, 16 de dezembro de 2018
Acomodações Curriculares exemplos práticos para Professores e Educadores
Este vídeo aprofunda o tema das após o diploma legal do Decreto-Lei n.º 54 de 2018 que reformula a educação inclusiva em Portugal. As acomodações curriculares são diferentes medidas que os professores podem colocar em prática nas suas aulas.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
terça-feira, 27 de novembro de 2018
V COLÓQUIO: RESPONDER AOS DESAFIOS DA ESCOLA INCLUSIVA - DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA EM AUTONOMIA.
Pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Coimbra Interior - a realizar no Centro Cultural de Tábua, nos dias 19 e 26 de janeiro de 2019.
Para participar a inscrição é obrigatória e deve ser efetuada a partir deste "link": http://coloquio2019.22web.org/
Hiperativo, com défice de atenção, deprimido: a paixão pelos rótulos
Se a criança é muito agitada, é hiperativa; se está sempre com a cabeça na lua, tem défice de atenção; se passa muito tempo quieta e não se envolve, está deprimida. Os autores do livro Niñ@s hiper: Infâncias H iperactivas, Hipersexualizadas, Hiperconectadasdizem que estamos perante um fenómeno de naming na infância. "A paixão de querer rotular tudo. Precisamos de dar um nome a tudo, de maneira a compreender e poder atuar de acordo", dizem, citados pelo El País.
Ramón Ubieto, psicanalista e professor na Universidade Aberta da Catalunha, e Marino Pérez Álvarez, professor catedrático de Psicologia na Universidade de Oviedo, consideram que os pais estão a acelerar a infância das crianças, fazendo que esta tente corresponder aos seus próprios ideais. Ubieto diz que os pais pretendem que as crianças atuem como os adultos: empreendedores, com uma identidade sexual clara, que dominem vários idiomas, criativos.
Leia AQUI
domingo, 18 de novembro de 2018
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
O Zé não lê, não escreve e não fala. “Pode parecer frio, mas ele não precisa do que se dá nas aulas tradicionais”
Não é fácil que Zé fique sossegado por mais de 40 minutos, a mãe diz-nos que é quase impossível. Querem que fique uma hora e meia sentado na sala de aula.
Não é fácil que Zé compreenda mais que uma ordem direta. Querem que ele compreenda as aulas de físico-química.
Não é fácil que Zé esteja num ambiente novo. Querem que ele esteja numa sala onde poucas vezes esteve.
Não é fácil que Zé fique em sítios com muito barulho porque ouve a triplicar. Querem que ele fique numa sala com mais 20 crianças.
Zé, José Pedro Miguel, na verdade, não lê nem fala. 16 anos. Aluno do 9º ano em Cascais. Autismo médio-grave diagnosticado (ao qual está muitas vezes associado a hiperatividade). Nunca antes esteve a tempo inteiro com os 20 e pouco colegas da sua turma. Até ao ano letivo passado estava a maioria do tempo na sala de ensino especial. As coisas mudaram. A lei está diferente. Os políticos querem educação inclusiva, que na verdade é também o que querem pais, professores, diretores e escolas. Querem-no de outra forma, com outros prazos.
Na íntegra AQUI
domingo, 16 de setembro de 2018
UM DIA NA VIDA DE UM ALUNO COM DISLEXIA
Para os alunos com dislexia cada aula pode ser uma luta, na medida em que, quase todas as disciplinas dependem da leitura e ortografia. Dislexia pode, assim, levar, também, a problemas sociais, emocionais e comportamentais. Use este guia visual para saber como esta perturbação da aprendizagem específica afeta o quotidiano do seu filho.
Henrique é um aluno de 11 anos. Tem necessidades educativas especiais. A inteligência é uma das suas principais características, mas os problemas de leitura condicionam-lhe o dia-a-dia. Uma simples tarefa, fácil de executar para a maior parte dos seus colegas, pode transformar-se num verdadeiro quebra-cabeças para um aluno com dislexia.
Vejamos como é, afinal, um dia típico na vida de Henrique:
Veja AQUI
sábado, 15 de setembro de 2018
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
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