quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

PCP e Bloco querem mudanças no regime da educação inclusiva


O PCP e o Bloco de Esquerda vão pedir a apreciação parlamentar do regime jurídico da educação inclusiva, defendendo mudanças no actual regime e pedindo os meios necessários às necessidades de todas as crianças com deficiência.

O PCP diz que "sempre foi crítico" do actual regime "pelo que significava de cortes no apoio às crianças e jovens com necessidades especiais, pelo que significava de segregação com a criação de unidades estruturadas e pela sua referenciação médica".

Para o PCP, "esta é uma matéria sobre a qual importa discutir e reflectir", defendendo que é "fundamental" a constituição de turmas reduzidas, a formação de professores, a constituição de equipas multidisciplinares, a existência de equipas multiprofissionais para a intervenção precoce na infância e a adaptação dos edifícios e equipamentos.

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Guias Práticos para melhor compreender algumas problemáticas

Podem fazer a diferença na abordagem de cada uma das problemáticas...

Guias Práticos:

- Comportamento de Oposição e Desafio

- Ansiedade de Desempenho

- Desmotivação na Sala de Aula

- PHDA

- Tristeza e Depressão



Descarregue os Guias AQUI
(material gentilmente cedido pelos Psicólogos do SPO do meu agrupamento de escolas)

domingo, 16 de dezembro de 2018

terça-feira, 27 de novembro de 2018

V COLÓQUIO: RESPONDER AOS DESAFIOS DA ESCOLA INCLUSIVA - DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA EM AUTONOMIA.


Pelo Centro de Formação da Associação de Escolas Coimbra Interior - a realizar no Centro Cultural de Tábua, nos dias 19 e 26 de janeiro de 2019.
Para participar a inscrição é obrigatória e deve ser efetuada a partir deste "link": http://coloquio2019.22web.org/

Hiperativo, com défice de atenção, deprimido: a paixão pelos rótulos

Se a criança é muito agitada, é hiperativa; se está sempre com a cabeça na lua, tem défice de atenção; se passa muito tempo quieta e não se envolve, está deprimida. Os autores do livro Niñ@s hiper: Infâncias H iperactivas, Hipersexualizadas, Hiperconectadasdizem que estamos perante um fenómeno de naming na infância. "A paixão de querer rotular tudo. Precisamos de dar um nome a tudo, de maneira a compreender e poder atuar de acordo", dizem, citados pelo El País.
Ramón Ubieto, psicanalista e professor na Universidade Aberta da Catalunha, e Marino Pérez Álvarez, professor catedrático de Psicologia na Universidade de Oviedo, consideram que os pais estão a acelerar a infância das crianças, fazendo que esta tente corresponder aos seus próprios ideais. Ubieto diz que os pais pretendem que as crianças atuem como os adultos: empreendedores, com uma identidade sexual clara, que dominem vários idiomas, criativos.

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

O Zé não lê, não escreve e não fala. “Pode parecer frio, mas ele não precisa do que se dá nas aulas tradicionais”


Não é fácil que Zé fique sossegado por mais de 40 minutos, a mãe diz-nos que é quase impossível. Querem que fique uma hora e meia sentado na sala de aula.

Não é fácil que Zé compreenda mais que uma ordem direta. Querem que ele compreenda as aulas de físico-química.

Não é fácil que Zé esteja num ambiente novo. Querem que ele esteja numa sala onde poucas vezes esteve.

Não é fácil que Zé fique em sítios com muito barulho porque ouve a triplicar. Querem que ele fique numa sala com mais 20 crianças.

Zé, José Pedro Miguel, na verdade, não lê nem fala. 16 anos. Aluno do 9º ano em Cascais. Autismo médio-grave diagnosticado (ao qual está muitas vezes associado a hiperatividade). Nunca antes esteve a tempo inteiro com os 20 e pouco colegas da sua turma. Até ao ano letivo passado estava a maioria do tempo na sala de ensino especial. As coisas mudaram. A lei está diferente. Os políticos querem educação inclusiva, que na verdade é também o que querem pais, professores, diretores e escolas. Querem-no de outra forma, com outros prazos.
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