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segunda-feira, 30 de agosto de 2021

O meu filho tem esquizofrenia, e agora?


Leia o artigo na íntegra AQUI

Autor: 
Sofia Esteves dos Santos
Nota: 
As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
Foto: 
Pixabay

 

domingo, 16 de agosto de 2015

Cientista português identifica recetor ligado a autismo e esquizofrenia

SOL, 14/08/2015
O cientista português António Pinto-Duarte é um dos autores de um estudo publicado esta semana que identifica um recetor que pode causar doenças como a esquizofrenia e o autismo.

O estudo é responsabilidade de um grupo misto de cientistas do Instituto Salk e do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Califórnia e foi publicado na Molecular Psychiatry, considerada a melhor revista especializada na área da psiquiatria.

A investigação mostra como a perda de um recetor, chamado "mGluR5", numa classe específica de neurónios inibidores, pode estar relacionado com desordens a nível do desenvolvimento neural.

"Descobrimos que a perda de um recetor de glutamato, um dos principais neurotransmissores no cérebro, numa classe específica de neurónios conduz a perturbações significativas do desenvolvimento do sistema nervosa", explicou o cientista português (...).

Pinto-Duarte diz que "tais defeitos incluíam comportamentos repetitivos e problemas de socialização."

"Esta descoberta permitiu, também, reforçar a ideia de que a configuração da rede neuronal pode ser afetada no período pós-Natal, e não apenas durante a gravidez, confirmando a particular vulnerabilidade e suscetibilidade desse período", acrescentou.

O cientista garante que esta descoberta é relevante porque existe a possibilidade de reverter a estrutura molecular, permitindo explorar a possibilidade de novas terapias.

"É relevante, não apenas por identificar um novo alvo terapêutico, mas também por servir de motivação a estudos futuros que possam conduzir a que esse défice possa ser, eventualmente, compensado através de estratégias farmacológicas ou por terapia genética", garante.

Pinto-Duarte sublinha que serão necessários mais estudos para confirmar de forma contundente a ligação dos recetores, mas que "tal abriria portas a eliminar, ou pelo menos minimizar deficiências comportamentais que muitas vezes afetam de forma significativa a vida dos indivíduos e a sua normal integração na sociedade."

O investigador português é um dos três primeiros autores do estudo, que foi coordenado pelos autores Terrence Sejnowski e Margarita Beherens do Instituto Salk, e Athina Markou, da Universidade da Califórnia de San Diego.

Fonte: Sol

segunda-feira, 18 de maio de 2015

ESQUIZOFRENIA NA INFÂNCIA, por Eliana Curatolo

In: APRENDIZAGEM, COMPORTAMENTO E EMOÇÕES NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA: UMA VISÃO TRANSDISCIPLINAR. 

The Creation of A Poet-Painting by-Taha H MalasiÂ
O termo esquizofrenia foi criado pelo psiquiatra suíço Eugen Bleuler em 1911, a partir das raízes gregas schizo (dividida) e phrene(mente) = mente fendida1.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a esquizofrenia é uma patologia psiquiátrica crônica, grave que leva a distorções no pensamento, no comportamento, na percepção e emoções2.
A esquizofrenia geralmente tem seu início no final da adolescência ou início da fase adulta. Porém, a esquizofrenia de início precoce é definida como o aparecimento de sintomas psicóticos específicos e prejuízos nas funções adaptativas entre os 13 e os 17 anos. E a esquizofrenia de início muito precoce aparece antes dos 13 anos de idade3.
Os critérios diagnósticos para esquizofrenia em crianças são os mesmos para a forma adulta, exceto que as crianças deixam de atingir os níveis esperados de desempenho social e acadêmico4.
A imaturidade normal do desenvolvimento da linguagem e a separação entre a realidade e a fantasia tornam difícil o diagnóstico da esquizofrenia em crianças, principalmente, com idade abaixo dos sete anos5.
(...)
Fonte: Portal Ciências e Cognição
Para ler o artigo na íntegra, clique no link abaixo:
(Artigo interessantíssimo, não só pelo seu conteúdo, mas também pela belíssima "galeria de arte" que lhe está associada).